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Antonio Florencio de Queiroz Junior: Uma vida dedicada à sociedade e ao desenvolvimento do país

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Filho de uma tradicional família do Rio Grande do Norte, mas nascido no Rio de Janeiro, foi na capital carioca que Antonio Florencio de Queiroz Junior sempre morou, formou-se em Economia e Administração de Empresas, e criou uma identidade própria como empresário do ramo de material elétrico, setor no qual se tornou uma liderança sindical. Trabalhar com objetivos pré-definidos e defender suas crenças sem se afastar de seus princípios éticos e morais foi um aprendizado que contou com um grande exemplo: o pai. Antônio Florêncio de Queiroz foi deputado federal pelo estado do Nordeste por quatro legislaturas consecutivas, de 1971 a 1987, sendo reconhecido como o “Deputado do Sal” por sua estreita ligação com a indústria salineira. Ao longo da vida, Antonio Queiroz, hoje com 64 anos, foi buscando qualificações no setor de energia, entre as quais formação internacional em energias renováveis, área onde encontram-se hoje a maior parte dos negócios da família. Reeleito recentemente para mais quatro anos de mandato à frente da Fecomércio RJ, em sua primeira gestão, de 2018 a 2022, mostrou liderança e inovação na maneira de administrar. Olhou para a governança, a ética, a sustentabilidade, valorizou o setor de turismo, grande vocação do estado do Rio de Janeiro, e conduziu ações efetivas para o desenvolvimento do comércio e fortalecimento da economia. Sua gestão tem recebido diversas manifestações de reconhecimento de outras entidades. Admirado por sua simplicidade e firmeza de caráter, demonstra com atitudes um lado humano e carregado de empatia. Costuma dizer que tudo que realiza não seria possível sem o apoio de seus diretores, empresários do comércio e colaboradores. Sua mais recente condecoração ocorreu em abril de 2022, durante o Investiment Forum, no World Company Award (Woca), em Mônaco, com a presença do príncipe Albert II, quando recebeu um diploma de Honra ao Mérito em reconhecimento a sua extraordinária contribuição pessoal e profissional para o desenvolvimento do Brasil e para a qualidade de vida da sociedade brasileira. Em 2021, foi agraciado com o título de Embaixador do Turismo do Rio de Janeiro pelas ações e contribuições dadas ao setor. Ainda recém-empossado, em 2018, Antonio Florencio de Queiroz Junior foi homenageado pelo Conselho Estadual de Turismo pelo apoio da Fecomércio RJ ao setor produtivo fluminense. A partir daí, foram várias honrarias, desde a Medalha Leandro Gomes de Barros – a mais alta comenda da Academia Brasileira de Literatura de Cordel – até a Medalha Mérito da Defesa Civil, concedida pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro pela atuação da entidade no apoio aos comerciantes e vítimas do temporal que destruiu Petrópolis, na Região Serrana do Rio, em fevereiro de 2022, passando pelo Prêmio Nacional de Combate à Pirataria (PNCP), na categoria “Educacional – Impactos voltados ao consumidor”, entregue em novembro de 2021. Antonio Florencio de Queiroz Junior sempre se destacou pela liderança, alcançando cargos de destaques e relevância na representação do empresariado fluminense. Hoje, além da presidência da Fecomércio RJ, preside o Conselho do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – Senac RJ; o Conselho Regional do Serviço Social do Comércio – Sesc RJ; o Conselho Deliberativo do Sebrae Rio; e o Sindicato do Comércio Varejista de Material Elétrico, Eletrônicos e Eletrodomésticos do Rio de Janeiro – Simerj RJ. O empresário também é vice- -presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ); e Diretor na Confederação Nacional do Comércio – CNC, além de integrar o Conselho da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro – Codin Rio; a Comissão de Trabalho sobre a Reforma do Sistema Tributário, o Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual e o Conselho Nacional de Defesa do Consumidor. Conheça o que pensa esse grande líder e seu trabalho nessa entrevista exclusiva.

The Winners – O senhor construiu uma sólida carreira na área privada, em que momento percebeu que deveria se dedicar a uma atuação mais intensa em entidades de classe? Como isso aconteceu?

Antonio Florencio de Queiroz Junior – Como empresário, conheço de perto as dores e os desafios que todo empreendedor enfrenta no dia a dia. Por isso, decidi fazer parte da rotina dos sindicatos. Comecei sendo associado ao Simerj, depois assumi a presidência e passei a me dedicar diariamente na resolução de pleitos do empresariado do comércio. É muito gratificante ouvir que estamos no caminho certo, que temos consolidado e estruturado nosso trabalho de defesa dos interesses dos empresários e que o resultado de tudo isso é que a maior parte das empresas mantiveram suas operações e estão retomando seu faturamento após vivermos a grande batalha, que foi a pandemia.

 

TW – Uma das ações de sua liderança à frente da Fecomércio RJ foi a criação, em 2018, do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade com o objetivo central de fortalecer o Turismo como uma das principais atividades econômicas para o estado do Rio de Janeiro. Dois anos depois, em 2020, a atividade foi uma das mais impactadas pela pandemia da Covid-19. Quais foram as ações fundamentais do Cetur em benefício do setor?

AFQJ – Acredito na força do mercado de viagens e turismo para impulsionar o comércio, gerar renda, incrementar a oferta de empregos e de qualidade de vida para o cidadão fluminense. Cabe a nós, empresários, gerar as melhores condições para o seu desenvolvimento, a fim de que as entidades envolvidas atuem de forma proativa na proposição de ações e no acompanhamento de decisões estratégicas ao setor. O Cetur Fecomércio RJ reúne líderes das principais atividades que atuam no turismo, além de sindicatos filiados à Fecomércio RJ e que representam áreas afins com o setor, associações empresariais e membros consultivos de diversos segmentos da sociedade envolvidos com o turismo fluminense. O Conselho elabora estudos técnicos, pesquisas e indicadores setoriais, acompanhando os negócios relacionados ao Estado, aos municípios e à iniciativa privada. Acompanhar a conjuntura político-econômica e decisões governamentais, sejam no Executivo, no Legislativo ou no Judiciário, que impactam o setor, é fundamental. Assim, temos nos posicionado como a voz dos empresários nas reivindicações do segmento. O poder público precisa dar prioridade ao setor de turismo. É um segmento que reage com rapidez às mudanças na economia, porém carece de políticas públicas articuladas nos planos federal, estadual e municipal. É necessário investir em campanhas de divulgação no Brasil e no exterior, maior oferta de voos, qualificação dos colaboradores, preservação dos recursos naturais. Com certeza colheremos o fortalecimento do setor, geração de empregos, qualidade de vida e renda para a população. Nos fóruns mais recentes, por exemplo, discutimos o modelo de concessão do Aeroporto Santos Dumont, do Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão) e do aeroporto de Jacarepaguá, a agenda do setor e os projetos de fomento à atividade turística junto ao mercado.

 

TW – Segundo a Fundação Getúlio Vargas, quatro setores tiveram destaque durante a pandemia e estão diretamente ligados a atuação da Fecomércio, são eles: Mercado farmacêutico, mais de 85,70% de crescimento nas vendas on-line; Delivery; E-commerce e a Logística. Como o senhor vê a evolução desses setores e seu impacto na economia?

AFQJ – A digitalização do comércio e o crescimento do serviço de delivery foram fundamentais para muitas empresas sobreviverem. Em abril de 2020, a Fecomércio RJ firmou convênio com o Sebrae Rio e a Convem RJ para lançar a plataforma Loja Online, no qual auxiliamos empresas filiadas a criarem seu próprio e-commerce. A medida veio após uma pesquisa do IFec RJ, com 1.028 empresários de todo o Estado do Rio de Janeiro, apontando que 75% das empresas fluminenses não comercializavam seus produtos pela internet. A missão da Fecomércio RJ é fomentar o ambiente de negócios no segmento do comércio. As vendas on-line já eram uma necessidade do setor, diante das novas tecnologias e das mudanças no hábito de consumo. A integração entre pontos de venda físicos e ambiente on-line é crescente em todo o mundo. Neste cenário de circulação restrita, o momento não poderia ser mais oportuno. Esta é uma grande chance para os comerciantes se atualizarem e potencializarem suas vendas. Também estamos atentos à logística, desde o processo eficiente de transporte e armazenamento das mercadorias, até a distribuição aos pontos comerciais e consumidores. Ainda há muito a ser feito para otimizar os resultados e estimular todo o processo pelo crescimento do e-commerce. Inclusive a reinvenção das lojas físicas, cada vez mais showrooms e pontos de experiências.

Homenagem à atriz Fernanda Montenegro ao lado da Diretora do Sesc RJ, Regina Pinho

Ao lado da diretora do Sesc RJ, Regina Pinho, recebe o Prefeito do Rio, Eduardo Paes, e o Presidente da Câmara dos Vereadores, Carlo Caiado, na apresentação do projeto de Revitalização do Sesc Ginástico Português

TW – Pela sua experiência, como é possível para o empresário brasileiro projetar cenários futuros para expansão e geração de negócios pós-pandemia e em um ano eleitoral?

AFQJ – É necessário avaliarmos todos os dados econômicos e sociais para termos um horizonte do que vem por aí em termos de retomada econômica. Para expandirmos e gerarmos negócio, é fundamental nos basearmos em indicadores que mostram a realidade da nossa economia. Nesse sentido, o Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises (IFec RJ) é um braço fundamental do empresariado fluminense. Lançado em 2019, o instituto consolidou-se como um dos principais do estado do Rio de Janeiro, fornecendo estudos e pesquisas para instituições públicas e privadas.

 

TW – Como membro do Conselho Deliberativo do Sebrae-RJ o senhor acompanha a trajetória dos empreendedores no estado do Rio de Janeiro e no Brasil. Com base nos últimos dados de crescimento do número de empreendedores qual sua avaliação?

AFQJ – Temos percebido, a partir de pesquisas do IFec RJ, uma retomada da confiança do empresariado fluminense de forma sustentada após a pandemia, e que se reflete, de certa forma, em todo o país, melhorando o ambiente de negócios. O brasileiro é criativo, tem vocação para empreender. O Sebrae Rio tem atuado para que os potenciais empreendedores e os donos de pequenos negócios tenham acesso às orientações e qualificações adequadas. O Senac RJ é parceiro em várias dessas iniciativas no estado do Rio.

 

TW – É de conhecimento mundial os problemas do Brasil com a alta carga tributária. Como membro da Comissão de Trabalho sobre a Reforma do Sistema Tributário o que o senhor pode pontuar a respeito e quais devem ser os planos futuros para o desenvolvimento do país?

AFQJ – Por meio da CNC, defendemos a premissa da carga tributária setorial, a diferenciação de alíquotas aos diversos setores da economia (indústria, comércio e serviços), a garantia do direito ao creditamento amplo e à manutenção da atual estrutura de fomento das pequenas empresas, o que tem por fim viabilizar o empreendedorismo. O Brasil é cobrado tanto externamente, pelos investidores, quanto internamente, pelos nossos empresários, sobre uma restruturação de sua tributação. Entendemos que uma reforma tributária razoável e adequada poderá atingir esse objetivo e estamos muito empenhados em fazer com que os empresários dos setores do comércio, serviços e turismo sejam ouvidos na defesa desse pleito.

Com a jogadora de Vôlei do Sesc RJ Flamengo, Gabriela Gabiru

Com o técnico Olímpico e Mundial, Bernadinho, e a campeã Brasileira de natação Patricia Amorim

TW – Como conselheiro em empresas de energia, e após a grave crise hídrica enfrentada pelo Brasil, como o senhor vê o setor e quais caminhos são viáveis para evitar um desabastecimento no país?

AFQJ – A crise hídrica afetou muito a oferta de energia elétrica porque nossa matriz energética ainda é muito dependente da geração hidroelétrica. É preciso investir na diversificação das fontes geradoras. A geração eólica atualmente contribui com quase 9% da energia consumida no país. Temos avançado rapidamente e hoje o país conta com 695 parques, sendo que cerca de 90% deles estão no Nordeste brasileiro. Mas temos muitas áreas do país com aptidão e que podem ser exploradas. Já a energia solar responde por menos de 2% da matriz elétrica. Em 2020, houve aumento na capacidade instalada em energia solar fotovoltaica crescendo 66% no país. A previsão é que a participação das renováveis deve continuar acima de 80% até 2030, chegando a 85% em 2050. Acredito que a estabilidade da oferta energética deverá ser alcançada a partir do aproveitamento, pelo país, de seus potenciais eólico, solar e de biomassa, além da mudança do perfil do consumidor brasileiro, que vem buscando economicidade e aprimoramentos tecnológicos nas soluções de suprimento de energia elétrica.

 

TW – Uma pauta atuante no mundo é aplicação das ações de ESG pelas empresas. Qual a importância dessa pauta para os setores onde atua a Fecomércio RJ?

AFQJ – É fundamental a construção diária de uma federação alinhada às boas práticas e utilizando os princípios de ESG, como questões ambientais, sociais e de governança corporativa. Do ponto de vista ambiental, criamos em dezembro de 2021 o Instituto Fecomércio de Sustentabilidade – IFeS, o primeiro instituto desse porte ligado a uma Federação do Comércio no país. Um dos principais objetivos do IFeS é o de estabelecer uma alternativa segura na implantação de programas que atuam no desenvolvimento do empreendedorismo social e ambiental, como meio para promover o crescimento humano, empresarial e das instituições, otimizando, assim, as práticas sustentáveis presentes na relação entre empresários e consumidores do comércio de bens, serviços e turismo fluminense.  No âmbito da governança, o Sistema Fecomércio RJ (Sesc, Senac, IFec, IFeS e Fecomércio RJ) oficializou, no começo deste ano, sua adesão ao Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU). Nos comprometemos a apoiar e implementar os dez princípios universais dessa iniciativa nas áreas de direitos humanos, trabalho, meio ambiente e combate à corrupção. O Pacto Global é uma iniciativa voluntária que visa incentivar empresas e organizações a se tornarem atores na promoção do crescimento sustentável e da cidadania nas comunidades onde atuam. Nos empenhamos em tornar os princípios do Pacto Global parte fundamental da nossa estratégia, cultura e operações cotidianas e, com isso, reforçamos o compromisso do Sistema Fecomércio RJ com a governança corporativa e com a sustentabilidade. Além disso, reiteramos nosso engajamento em projetos colaborativos que promovam o avanço dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável no estado do Rio de Janeiro. Entre as ações que a Fecomércio RJ vem implementando estão iniciativas de compliance e transparência dentro da organização, apoio às empresas e instituições na adoção de práticas socioambientais que beneficiem suas comunidades e o incentivo às organizações com as quais interage, além de se integrarem aos princípios do Pacto Global da ONU. A adesão ao Pacto Global da ONU faz parte de uma série de ações que vêm sendo desenvolvidas pelo Sistema Fecomércio RJ, pautadas pelo Programa de Integridade e pelo Código de Conduta Ética, instaurados em 2020 e revisados em 2021. Também nesse movimento, o Sistema Fecomércio RJ já aderiu ao Pacto Empresarial pela integridade e Contra a Corrupção, do Instituto Ethos, em um compromisso público para aprimorar modelos éticos de governança; e visa figurar no Cadastro Nacional de Empresas Comprometidas com a Ética e a Integridade (Empresa Pró-Ética), que avalia e divulga as companhias voluntariamente engajadas na construção de um ambiente de integridade e confiança nas relações comerciais.

 

TW – Durante sua gestão à frente da Fecomércio RJ como os assuntos educação e cultura foram trabalhados e qual seu ponto de vista sobre esse tema no Brasil?

AFQJ – Cultura e educação geram igualdade e contribuem para o desenvolvimento social e econômico de qual[1]quer nação. Investir nessas áreas faz parte das ações do Sistema Fecomércio RJ, por meio do Sesc RJ e do Senac RJ. O Sesc é o braço de qualidade de vida, enquanto o Senac se dedica à capacitação profissional. O Sesc RJ se multiplicou em ações de Cultura, Educação, Esporte, Recreação, Saúde e Turismo Social e Assistência nesse período. Assim como o Senac RJ, voltado para educação profissionalizante e inclusão social por meio de capacitação, que desenvolve projetos com foco na inovação e fomento à empregabilidade, além da oferta permanente de cursos gratuitos para a população em situação de vulnerabilidade social.

 

TW – Fazendo uma retrospectiva de suas ações e todo seu envolvimento com a sociedade civil organizada, qual o legado que fica e o que gostaria de fazer ainda?

AFQJ – Vivemos um período repleto de superação, dedicação e, acima de tudo, responsabilidade com os direitos do empresariado fluminense. No comércio, desde a pandemia, assistimos a muitas adaptações e situações jamais vistas que trouxeram impactos ao setor produtivo, como a prestação de serviços remotos e o home office. Superamos as dificuldades com a ampliação do e-commerce, a aceleração da transformação digital, e não deixamos o crescimento econômico estagnar. Cada vez mais, queremos que o Sistema Fecomércio RJ atue na transformação de vidas e inclusão social. Nossa pauta para os próximos quatro anos destaca uma série de iniciativas messe sentido. Hoje, nosso olhar está voltado para o futuro. Vamos envolver o comércio fluminense na Economia Azul. Criar um programa que integre a economia do mar com o lazer e o esporte na praia. O Rio de Janeiro tem um belo e rico litoral. É preciso transformar a cidade e o estado numa potência do mar, criar uma identidade iconográfica local e explorar esse nosso DNA marítimo. A inserção de micros e pequenas empresas nas oportunidades criadas a partir dos recursos oceânicos se faz urgente. A economia das praias, balneários e locais turísticos à beira mar tem uma poderosa dinâmica. O Sesc RJ, por exemplo, pode atuar ainda mais nas opções esportivas, fortalecendo a economia litorânea. Já o Senac RJ, pode se inserir na moda praia, apoiando os empresários que comercializam produtos para esse mercado. O IFeS orientando atitudes de consumo consciente, em um cenário de comércio alinhado com a sustentabilidade, desde a gastronomia ao vestuário. A gastronomia é importantíssima nesse cenário e pode ter ainda mais foco em opções que fortaleçam a produção que tem origem no mar, que representem a cultura gastronômica local. Você imagina ir a Portugal e não comer sardinha ou bacalhau? A gastronomia é um grande catalisador para essa transformação, cria identidade. Precisamos criar um comércio de nichos para algumas localidades à beira mar e desenvolver a sociedade. Isso gera emprego. Vamos dinamizar a cadeia produtiva para incrementar a economia local, fortalecer o fluxo turístico e provocar o que chamamos de efeito renda.

Recebendo o cantor e compositor Zeca Pagodinho em evento do Sistema Fecomércio RJ

Em Mônaco, ao lado do presidente da CNC, José Roberto Tadros, e do vicepresidente da CNC, Francisco Valdeci de Sousa Cavalcante

TW – Na sua opinião o que podemos esperar do Brasil para os próximos 5 anos?

AFQJ – Para construirmos um país melhor, precisamos do empenho na luta por igualdade, acima de tudo, e isso requer investimento em educação e cultura. É imprescindível construirmos, juntos, uma sociedade que tenha foco no debate de questões como gênero, diversidade, igualdade, sustentabilidade, mobilidade, flexibilidade, saúde no ambiente de trabalho, caminhos para o empreendedorismo e desenvolvimento econômico sustentável. Na minha opinião, os próximos mandatários devem ter isso em seu radar, devem promover essas questões para seguirmos no caminho do desenvolvimento. Somente uma sociedade igualitária, com as mesmas oportunidades para todos, é capaz de levar o país ao crescimento.

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