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No mundo

Mulheres cientistas superam as barreiras e dedicam a vida pela ciência

06/03/2023 17:17
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Elas mudaram de cidade, enfrentaram desafios, fizeram escolhas difíceis e hoje dedicam a vida ao mundo da ciência em saúde, três cientistas do setor de Genômica do Grupo Sabin, contam suas histórias.

A importância de uma rede de apoio forte

A menina que adorava brincar nas ruas onde cresceu em Recife junto com as irmãs, sempre foi incentivada pelos pais a estudar. Foi ainda nessa época, que Nara Diniz entendeu que mulher pode ter o seu espaço e saiu em busca do seu. Mesmo a gravidez na adolescência não a impediu de persistir em seus objetivos.  Apaixonada por ciências, foi cursar biologia e com o apoio de toda família pode conciliar estudos e maternidade e chegar ao pós doutorado.    “Sou mulher, sou mãe jovem, sou nordestina. Sou uma prova viva de que se você quiser, persistir, buscar conhecimento, você consegue seu lugar na ciência. Hoje a ciência não sai mais de mim”, ressalta Nara.

O desafio de conciliar trabalho e estudo

De Americana, interior de São Paulo, Ilária Sgardioli e seu irmão foram os primeiros da família a conquistarem o diploma superior. Começou a trabalhar aos 14 anos para ajudar a custear seus estudos e sempre teve que conciliar trabalho e estudo para atingir seus objetivos e chegar ao universo científico. Hoje reconhece que todo o esforço valeu a pena. “Na ciência tiveram grandes pesquisadoras que abriram caminho para que a gente pudesse atuar. Quando entrei na Unicamp, tive uma orientadora mulher e a maior parte das pessoas na área também eram mulheres. E aqui no Sabin os colaboradores são predominantemente mulheres, nosso espaço aqui é uma realidade”, celebra Ilária.

Ilaria Sgardioli and/e Rosenelle Benício

O valor do seu sonho

Recém casada, Rosenelle Benicio, quando menina, via os esforços da mãe para retomar os estudos após a maternidade e com ela aprendeu o valor dos seus sonhos e a importância de não abrir mão deles. Hoje, Rosenelle é médica geneticista.      “As pessoas pensam que geneticistas são como bichinhos de laboratório, que não atendem pacientes, mas não é isso. Acompanhei pacientes com doenças raras e o que eu mais gostava era de ir buscar respostas, descobrir caminhos e trazer um diagnóstico. O exercício da ciência na prática clínica”, comenta ela.  No Grupo Sabin, histórias como essas não são exceção, a empresa tem alma feminina e um quadro funcional composto por 74% de mulheres, inclusive nas funções de alta liderança. “Elas representam mais que a força da mulher, elas representam também o cuidado com saúde e a qualidade de vida das atuais e futuras gerações”, destaca Lídia Abdalla, Presidente do Grupo Sabin.

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