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No mundo

Ricardo Nunes faz balanço da gestão em evento do GCSM

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Global Council of Sustainability and Marketing (GCSM) recebeu na manhã desta terça-feira, 14 de fevereiro, em sua sede, durante mais uma edição do Conversando Com Quem Faz a Diferença, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB). O encontro com empresários se deu em um momento em que ele faz um balanço de sua gestão frente à Prefeitura da cidade, desde o falecimento do então prefeito Bruno Covas, em maio de 2021.

O evento foi mediado pelo presidente do GSCM, Agostinho Turbian, a CEO do Grupo Insbruck, Tathiana Turbian e a editora-chefe da revista Economy&Law, Bruna Lencioni.

Além de fazer um balaço de sua gestão, durante o evento, ele respondeu à diversas perguntas dos empresários e líderes presentes. Entre os temas abordados, a questão dos moradores de rua e dos imigrantes foi abordada. Ele afirmou que a Prefeitura já conseguiu encaminhar 9 mil pessoas em situação de rua, porém disse também que o problema é latente e que é preciso continuar trabalhando para minimizar o drama social dessas pessoas. “A Prefeitura tem feito um trabalho incessante e vamos continuar. Somos exemplos de como lidamos com os imigrantes, os refugiados, e temos o apoio da Acnur, que é o órgão para refugiados da ONU”.

Nunes também disse que apesar do problema social a cidade continua gerando emprego. “São Paulo gerou 188 mil vagas em 2022, um número bem superior ao Rio de Janeiro, por exemplo, que criou 102 mil. Além disso, o volume de investimentos na cidade está crescente e ano passado foram mais de R$ 11 bilhões [ante 8 bilhões]”, disse.

No que tange o meio ambiente, Nunes lembrou que tem travado uma batalha com as operadoras de ônibus da cidade e que as novas frotas só serão autorizadas se cumprirem a determinação de serem eletrificadas. “Temos muita poluição no município e o mínimo que se pode fazer é obrigar que a nova frota venha sem emissão de poluentes. Ao todo, 50% da emissão de carbono em São Paulo é por conta dos ônibus. Precisamos melhorar muito isso”.

Ele ainda lembrou que a fila para as creches estão zeradas, que tenta acelerar outras melhorias na cidade, na área da saúde, exemplificou, com mais hospitais, UPAs e atendimento social para mulheres que enfrentam violência doméstica. “Precisamos olhar para o outro com um olhar sensível. Vim de ensino público, de família simples e vivi exatamente o que a maioria das pessoas vive, sei do drama delas. Não preciso estudar para entender essa realidade, pois vivi. E meu trabalho com certeza também tem esse foco”, concluiu.

 

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